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Os Gatos da Factoria: Moz, a Maribel Manquetinha.

Os Gatos da Factoria: Moz, a Maribel Manquetinha.

Mais uma história de resgate e de amor, dessa vez contaremos a história do Moz, um dos (se não for o mais) nossos gatos mais carinhosos. Ele tem uma das patas atrofiadas, mas isso nunca fez dele um coitadinho, muito pelo contrário, ele desde muito filhote lutava pela vida nas ruas. Vamos contar a história dele depois de você ver essa foto linda do dia que ele chegou, sorrindo por ter mudado de vida:



Tudo começou quando uma moça, já tarde da noite tocou a nossa campainha com um gatão preto no colo. Ela disse que sabia que tínhamos gatos e achou que ele era um dos nossos. Expliquei pra ela que nossos gatos não tem acesso à rua, e que ele não era nosso. Mas logo percebi que era um dos gatos que moravam pela vizinhança e peguei ele no colo para levar até a rua onde ele costumava ficar. Chegando lá, coloquei ele na rua e ele entrou dentro de uma casa. Quando voltei, vi uma coisinha minúscula, branca e cinza correndo estranho pelo meio da rua, até que chegou em uma lixeira e começou a revirar o lixo. Logo achei que fosse um gatinho atropelado. Corri pra casa e chamei a Carol. Subimos a rua com ração, brinquedinhos e uma caixa de papelão, na tentativa de ''capturar'' ele e trazer pra casa. Porém, ele era muito assustado. Na verdade, sempre achamos que ele, era ela. Por isso logo nesse dia a Carol chamou ele de Maribel (que era uma personagem de alguma novela mexicana que mancava haha). 

Bom, como dizia, aquele gatinho era bem arisco, assustado, mas estava morrendo de fome. Ficamos horas e horas tentando pegar ele, mas era bem difícil. Várias vezes ele vinha comer perto de nós, mas era só mexer um pouco e ele saia correndo com medo. Até que certa hora, conseguimos distrair ele. A Carol começou a brincar com um brinquedinho e eu cheguei por trás dele, que estava embaixo de um carro e consegui pegar ele com as mãos. Coitadinho, ele ficou louco de medo e me arranhou MUITO. Soltei ele, pois achei que ele estava machucado pelo fato de mancar. Ele se escondeu dentro do quintal de uma casa.

Daí em diante, todas as noites, durante uns 6 meses, levei ração pra ele na rua. Ele crescia cada vez mais, e confiava em mim cada vez mais. Um dia, ele veio miando e esfregando em mim, pedindo carinho. Além de comida, ele queria se sentir amado, sentir carinho também. Foi nesse dia que consegui ver duas bolonas e a Maribel foi descoberta, não era fêmea, era macho. Neste dia descobri também que ele nunca havia sido atropelado, ele na realidade tinha nascido com a patinha da frente atrofiada, muito muito fina e fraca. Depois de um tempo, consegui finalmente pegar ele em uma caixinha de transporte e trouxe ele pra casa. No caminho ele miava desesperado, morrendo de medo, se mexia muito dentro da caixa. Cheguei em casa, chamei a Carol e colocamos ele dentro do nosso quarto. Quando abri a caixinha ele saiu desesperado tentando fugir e eu fiquei realmente com medo dele não se adaptar.

Mas poucos minutos depois, quando ele estava na janela do quarto morrendo de medo, a Carol chegou de mansinho, fazendo carinho, e todo aquele medo foi embora e ele se rendeu aos carinhos e acho que ali, naquele momento, ele percebeu que a vidinha dele iria mudar muito muito pra melhor. Nos primeiros dias, na fase de adaptação, ele dormiu dentro do banheiro. "Ah Diego, que dó". Imagina a alegria de um gatinho tão sofrido, ao descobrir que uma pia com algumas mantas era a coisa mais confortável que ele já havia sentido. Ele amou, e dormiu  ali pelo menos uns 7 dias. Até que ficou amigo da Mina, e foi se adaptando. Aprendeu a brincar, a dormir na cama, dormir la fora com os outros gatos. O problema é que até hoje, alguns dos gatos tem medo dele pelo jeito que ele anda, mancando. Mas isso nunca impediu ele de ser totalmente independente. Ele toma seus banhos, brinca na rede, pula mesa, cadeira, brinca, corre, caça borboleta e outros insetos, sobe escada, desce escada, faz tudo que todo gato faz.

Só tem um probleminha. A patinha atrofiada, ele não consegue recolher as unhas, então absolutamente tudo que é pano, tecido, algo do tipo, ele enrosca a patinha e fica desesperado pra se soltar. Mas ele tá aprendendo, e já se solta mais fácil quando fica com a pata presa.

O Moz, que tem esse nome por causa do Morrissey, é um gato de outro planeta. Ele deita na cama e chama a gente pra deitar com ele. Quando estamos sentados no sofa, ele sobe e fica se esfregando MUITO no nosso rosto, pescoço e suvaco haha. A carinha dele quando faz isso é de extremo prazer e alegria, ele até fica vesgo de tanto que gosta de carinho. Achamos que ele é o gato mais carente da casa e o que mais nos agradece todos os dias por termos resgatado ele das ruas e mudado a vidinha dele pra sempre.



 

O Moz é a maior prova de que os gatos amam, demonstram e são gratos pelos seus humanos. É incrível a energia que ele passa e o agradecimento no olhar dele cada vez que ele nos olha nos olhos.

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