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Os Gatos da Factoria: Leite Moça, a mãezona.

Os Gatos da Factoria: Leite Moça, a mãezona.

Acho que o que você deve estar pensando é algo: "Que nome de gata que é esse?".
Bom, vamos começar explicando isso, mas antes, precisamos contar como a Leite Moça entrou nas nossas vidas. Logo após a gente se mudar para a atual sede, descobrimos que uma gatinha muito muito magra ficava perambulando na rua de baixo (entrada da garagem). Toda noite, com dó, a Carol e eu íamos até lá e deixávamos comida pra ela comer. Ela aos poucos foi perdendo o medo até que um dia, antes de comer, começou a pedir carinho. Até então, não sabíamos se era macho ou fêmea, mas após o primeiro contato, vimos que era fêmea, e que ainda por cima havia dado cria a pouco tempo. Pois estava com as tetinhas cheias de leite. O nome? Veio daí. Descobrimos que ela era moça, e que estava cheia de leite, então, Leite Moça haha.

 


Nós nunca conseguimos achar os filhotes dela, até porque achamos que ela tenha dado cria um pouco longe daqui, em algum lugar afastado, pois nunca vimos os filhos dela. Bom, a Leite Moça continuou com seu ritual de toda noite ir na rua de baixo esperar a comida, e nós, toda noite íamos lá e além de comida, dávamos um pouco de carinho e atenção pra ela. Foi muito gratificante pra gente ver que aquela gatinha que era só pele e osso, tava a cada dia mais engordando e ficando fortinha, saudável e com mais energia.

Certa noite, pra nossa surpresa, ela resolveu aparecer na janela do nosso quarto. Subiu por umas madeiras e uma construção que estava sendo feita ao lado e mexeu na janela. Abrimos e ela assustou e correu para o muro que fica do outro lado da casa. Alí, foi onde ela meio que disse: "A partir de hoje, não precisa ir na rua de baixo, pode vir tratar de mim aqui, ok humanos?". E dia pós dia, noite após noite, ela vinha no muro e ficava miando pedindo comida. O Mojica, ele se apaixonou por ela, e ficava chorando olhando pra ela em cima do muro. Parecia que ele implorava pra gente pegar ela. haha.



Algumas vezes, conseguia pegar ela no muro e deixar ela aqui interagindo com nossos outros gatos, um dia inclusive ela até caiu aqui dentro e ficou desesperada pra sair. Por esse ''medo'' dela ficar aqui dentro, nunca pensamos em realmente pegar ela e deixar ela aqui. Não sabíamos se ela ia acostumar. Certa vez, ainda falando das vezes que trazíamos ela aqui pra dentro, ela comeu tanto, mas tanto, que quase virou uma bola. Foi um potinho de ração, um sache de ração, e um pão com leite inteiro (isso não é bom dar pra nenhum gato ok? Já sabemos agora e nunca mais demos).

A cada dia que ela vinha, percebíamos que ela estava mais gorda que o normal. Um dia peguei ela no colo e o que que eu senti dentro da barriga dela? Um monte de filhotes. É, a Leite Moça novamente tava grávida. Ela continuou vindo no muro até que ficou uns 3 dias sem aparecer. Ficamos preocupados, pois com certeza ela teria dado cria em algum lugar longe, e isso nos deixou bastante preocupados mesmo. Comecei a chamar ela, e do nada, ouvi seu miado vindo meio de longe. Descobri então, que ela havia dado cria dentro do porão da nossa vizinha. Peguei a câmera e por uma pequena ''janelinha'' tirei uma foto de dentro do porão (que não tinha luz e era totalmente escuro). O que vi na foto? Ela deitada, com 3 gatinhos minúsculos, e a foto, você pode ver aqui logo abaixo:





Para resumir, após um mês tratando dela em um buraquinho (o único que havia) do porão, pedimos pra que um pedreiro quebrasse a parede para que eu pudesse entrar lá e pegar tanto a Leite Moça, quanto os filhotes dela. Hoje, todos os 4 estão aqui, a Leite Moça, a Tofu, o Nick e a Mione. A Leite Moça tá cada dia mais gorda e feliz de ter encontrado um lar não apenas pra ela, mas pros seus 3 filhotes também. Ela é a gata mais tranquila que nós temos. Deita no braço do sofá e lá fica por horas e horas e horas. As vezes até esquecemos que ela existe de tão quietinha que ela é. Mas de vez em quando, dá uns 5 minutos de loucura nela e ela começa a correr sozinha e se enrolar no tapete, brincando e chamando os filhos pra brincar junto.

A Leite é um dos casos mais bonitos de adoção nossos. Só vendo como ela era no primeiro dia que a vimos e vendo ela hoje pra ter noção do quanto essa gatinha tá feliz com a vida que conquistou. E nós, felizes por ela ter nos conquistado.

Vamos ver algumas fotos dela então?

Aqui embaixo, ela e os 3 filhos, alguns dias depois que os adotamos:


Ela se recuperando da castração, com roupinha pra proteger os pontos que nós mesmos fizemos:

 

Mais uma da castração:

 

Meio sem jeito com o cachecol da Coco:

E um pouco sem entender quando tomou o primeiro banho da vida:



Sendo linda:

Lindona, barriguda e de língua pra fora:


Você já adotou algum animal abandonado? Conta pra gente, sua história pode virar um post aqui no blog!





Confira nossa coleção de inverno clicando na imagem abaixo:


1 comentário

  • Oi, gente. Aproveitando o post e o convite no fim dele, vou dizer a história da minha gata Paprika.

    “Resgatei” minha gatinha faz pouco mais de uma semana esse é o primeiro animal que estou cuidando na minha vida (digo que resgatei entre aspas pois ela não estava doente nem nada, mas era uma gata de rua), está sendo uma ótima experiência e já amo muuuito ela nesses poucos dias de convivência. Indo à história:

    A gatinha apareceu lá na casa da minha avó no dia do falecimento dela (07/04). Antes de ir ao enterro eu a tinha visto no jardim, tirei algumas fotos, mas como antigamente sempre apareciam gatos por lá (o vizinho era dono de alguns) eu nem pensei que seria de rua ou algo do tipo. Ela era magrinha, mas não aparentava estar doente nem nada do tipo. Minha tia estimou uns 4 meses de idade dela. Após o enterro voltamos lá à noite e ela reapareceu. Dessa vez pediu carinho, chegou até a entrar na casa, subiu na mesa, dormiu no meu colo… E foi aí que fui ficando com vontade de pegar ela pra mim. Ela era muito carinhosa e mansa, mas eu ainda tinha um pouco de receio porque nunca havia tido nenhum animal de estimação antes, né? Minha mãe também havia gostado dela, e como me haviam dito que ela não era do vizinho (pois ele não morava mais lá), a vontade cresceu mais ainda. Meu tio e minha tia que moram em outro estado estavam hospedados na casa da minha recém falecida avó, então eles cuidaram da gata nos próximos dias e eu fui pensando se ia realmente pegar ela. Dois dias depois então, quando meus tios iam retornar pra onde moravam, eu já estava decidido em pegar a gatinha pra mim. Minha mãe estava afim também, então peguei ela naquele domingo (09/04). Botamos no carro com medo dela fugir e ela foi miando no caminho todo. Fui dirigindo morrendo de dó até chegar em casa, mas deu tudo certo. hahaha

    Ela chegou curiosa. Comprei logo ração pra ela, uns petiscos e tivemos então a primeira noite de exploração (como eu havia pego ela num domingo à noite eu só poderia comprar o restante das coisas na segunda). Ela foi bem educada e até comprarmos a caixa de areia ela só fez as necessidades nos banheiros (pois é, sozinha). Virando o dia, fui no petshop e comprei tudo necessário pra ela: a caixinha de areia, alguns brinquedos, patê, casinha de transportar e etc. Ela foi se acostumando com o apartamento aos poucos, por ser muito mansa ela nunca ficou miando sem parar na janela nem nada do tipo. A única coisa que fez foi ter pulado na janela na primeira manhã com ela, enfiou a cabeça no vidro e aí já aprendeu a lição. hahahaha Pensei em três nomes pra ela: Solaris, Lua ou Paprika. O nome escolhido acabou sendo Paprika (sim, com K e sem acento) pois esse é o título de um filme que eu adoro de 2005, do diretor Satoshi Kon. Paprika é também uma personagem do filme, que é um alter ego da protagonista no mundo dos sonhos.

    Offtopic: a trilha sonora desse filme é fantástica e eu recomendo demais, ela é feita com auxílio do software Vocaloid e um computador Commodore Amiga 4000 da década de 90: https://www.youtube.com/watch?v=yx9RgTiIKDE

    Confesso que nos primeiros dias fiquei com muito receio dela não se acostumar com o apartamento, e ficava pensando que se ela fugisse ia ser porque ela realmente não queria ficar conosco (não aguento pensar na ideia de manter um bichinho que não quer estar onde mora só por egoísmo do dono). Mas aos poucos essa “depressão pós-parto” se acalmou, acho que é um baque normal pra alguém que teve um bichinho pela primeira vez.

    Nos dias seguintes, já com a gatinha mais acostumada conosco, acabei pesquisando os veterinários aqui perto e que encontrei um bom pra aplicar as vacinas e tudo mais. Essa foi a primeira vez que ela saiu com a casinha de trasporte e meu coração partiu de novo quando ela ficou miando triste no caminho. Mas ela é tão comportada que nem chegou a miar quando aplicaram a injeção! Só reparei realmente na afeição que ela tinha por mim quando a moça da recepção comentou que ela ficava olhando pra mim quando eu estava longe olhando uns brinquedos pra comprar.

    Vacinas aplicadas e vermífugo comprado (embora ainda não aplicado porque é de comprimido e é difícil demais de dar pra ela), o próximo passo é a castração. Infelizmente a castração em clínicas veterinárias é um assalto de tão caro, mas encontrei uma ONG aqui que vai fazer por um ótimo preço. Vou levar ela esse sábado pra castrar e já fico com dó só de pensar.

    A Paprika já me parece totalmente acostumada com a casa, ela já é bem independente e vive brincando. Adora dormir na minha cama enquanto eu estudo e é um amor só.

    Aqui vão umas fotos dela:
    http://i.imgur.com/uOAhN1f.jpg (deitada na mesa da casa da minha avó, no dia que nos conhecemos)
    http://i.imgur.com/S9LYVGM.jpg (deitadinha na minha cama entrando no sono, segundo dia em casa)
    http://i.imgur.com/nnP8Crc.jpg (quando levamos ela na área de lazer, pois eu moro em prédio e fico com dó de deixar ela só dentro do apartamento. a região é toda murada então é impossível ela fugir daí)
    http://i.imgur.com/nnkzmX5.jpg (deitando do meu lado quando eu fui dormir)

    Bom, é essa a minha curta história com minha gata. hahahaha

    Leandro

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